Eu acredito que é possível alavancar o resultado de sua empresa e acelerar seu desenvolvimento nos negócios.

Se seu negócio estiver vendendo constantemente, as demais demandas são muito mais simples de resolver, pois com faturamento adequado é possível otimizar as demais ações organizacionais.

Temos 3 tipos de mentorias para lhe possibilitar a avançar em seu negócio como nunca:

 

Sobre
Quem é Sylvio Araújo ?

Empresário 100%

Mentor de Negócios 100%

Coach 100%

1.200

Imóveis

Lançamentos de mais de 1200 unidades imobiliárias
10.000

Horas

Mais de 10mil horas de aulas ministradas

Experiência:

2016 ~ Atualmente Empresário, Diretor da empresa SSX GESTÃO E NEGÓCIOS LTDA, a qual gere mais 13 empresas do grupo;

2014 ~ 2016 Sócio Administrador das empresas ARN ENGENHARIA E CONSTRUTORA LTDA e 3R EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS.

2012 ~ 2013 Gerente Geral da empresa Tradição Soluções Imobiliárias;

2010 ~2012 Superintendente da Fazenda do município de Caratinga – MG;

2008 ~ 2012 Palestrante organizacional nos temas: Motivação, liderança e planejamento estratégico;

2002~2012 Professor durante 10 anos, chegando a ministrar aulas à pós graduação;

2010 Consultor de planejamento estratégico da Prefeitura Municipal de Caratinga-MG.

Formação:

Pós-graduação: Direito Tributário – UGF. 

2009 ~ 2013 Graduação: Direito – Faculdades Integradas de Caratinga – DOCTUM; 

2011 ~ 2012 MBA: Administração de Negócios Imobiliários – ESAB; 

2011 TÉCNICO: em Transações Imobiliárias. 

2010 Especialista em Direito Tributário – UGF; 

2010 MBA: Gestão Empresarial – UNIS - MG; 

2008 MESTRE: Meio Ambiente e Sustentabilidade – UNEC; 

2005 Especialista em Marketing – UNEC; 

2001 ~ 2004 Graduação: Educação Física;

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Inteligência Artificial não precisa causar uma legião de desempregados

Faz muito tempo em que as notícias sobre extinção de profissões circulam de forma vultuosa pelos meios de comunicação. Em um estudo de 2017, do instituto de pesquisa McKinsey Global Institute, 800 milhões de pessoas perderão seus empregos para a automatização até 2030. Além deste, diversos outros estudos são realizados buscando definir: quais as profissões vão se extinguir, quando e o número de desempregados que essa onda irá causar.

Com o aumento de alardes criados pelas pesquisas, pode-se observar como as pessoas se comportam com essas informações. Algumas desistem da profissão dos sonhos, outras buscam áreas profissionais com as quais não tem afinidade e são descritas como sendo do futuro, e um pequeno percentual, ignora as pesquisas e segue seu caminho. Como exemplo temos o grande aumento do número de engenheiros que se formaram devido a descoberta do pré-sal. Milhares de pessoas foram para a faculdade acreditando ser um futuro certo, e muito pouco tempo depois, a retração da economia mostrou o contrário. Segundo pesquisa do Ministério do Trabalho publicada no jornal Estado de Minas em 2018, sete das dez profissões que mais perderam vagas no mercado são da construção civil, tendo ocorrido a extinção de mais de duas mil vagas de engenheiros em doze meses.

Desta forma é possível perceber que os alardes nem sempre devem ser seguidos, sendo necessário a análise mais apurada para se tomar uma decisão tão importante como a escolha de uma profissão. Um estudo do Fórum Econômico Mundial aponta que revoluções tecnológicas encerrarão 7 milhões de vagas até 2021, o que é um dado assustador para a maioria da população.

Em uma entrevista, o empresário e Mentor de Negócios Sylvio Araújo defende uma tese contrária. Segundo ele, os alardes de profissões que serão findadas com o desenvolvimento tecnológico é algo que vem desde a Revolução Industrial, e que toda evolução só trouxe melhoras, desde a criação da calculadora à atual e dominadora utilização de smartphones. “Não podemos identificar a evolução da Inteligência Artificial e nem outras tecnologias como ameaça ao ser humano. Devemos sim, acompanhar tal desenvolvimento e aprender sobre os mesmos, pois o único objetivo é contribuir com a vida de todos”, afirma o empresário.

Em outro relato, Sylvio Araújo cita um exemplo que fez parte de sua infância: “Sou de uma cidade do interior, e quando era criança via muita gente indo morar nos EUA para melhores condições de vida. Era muito comum um filho ficar de 10 a 20 anos sem contato com a família, e, atualmente, graças a tecnologia, existe a possibilidade de uma reunião diária olhando nos olhos, é algo muito bom. A facilidade em se comunicar trouxe um grande desenvolvimento para nossas vidas, fato claramente notado nas últimas eleições de 2018 no Brasil, onde as técnicas de manipulação de massas não funcionaram como antes.”

O empresário e Mentor de negócios defende que apesar da atuação das máquinas, a necessidade humana não deixará de ser importante, e será apenas alterada conforme a necessidade. Inclusive, a tendência é que o ser humano seja mais bem utilizado nos afazeres, dedicando-se primordialmente a atividades mais complexas, enquanto as maquinas poderão lhe dar o resultado desejado nas outras atividades.

Para os que defendem que o ser humano é o mais importante nos processos e não podem ser substituídos, os investimentos em pessoas têm sido frequentes e os resultados das empresas que investem nesse ativo tem se destacado em relação aos demais. Segundo o Sebrae e a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), em pesquisa realizada em 1927 corporações, as empresas que praticam uma boa Gestão de Talentos obtém melhores resultados em seus negócios, independentemente de seus tamanhos ou regiões de atuação no País.

Acreditando cada vez mais no desenvolvimento de pessoas, Sylvio Araújo afirma que utiliza com seus colaboradores, treinamentos constantes e avaliação de desempenho baseado nas habilidades de cada um. “Nesse ano de 2019 estamos inaugurando uma biblioteca dentro da empresa, para que seja um incentivo à leitura e uma ferramenta ao desenvolvimento de todos”, afirma o empresário.

Enfim, conclui-se que existe uma necessidade latente em observar as notícias e não criar tanto alarde com as mesmas sem uma análise mais apurada. O mundo está em transformação constante, e a mesma tem intuito de evolução, porém, o que fará a diferença é como as pessoas utilizarão tais melhoras no seu cotidiano.

Para saber mais, acesse:

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A VIDA NADA MAIS É QUE UM JOGO

O intuito desse artigo é criar uma reflexão sobre o jogo da vida. É entendermos se somos os seres tão superiores que divulgamos ser, ou somos uma raça em evolução, e mais, com uma enorme necessidade de evolução. Sabemos que apesar de tudo, existem pessoas maravilhosas habitando nosso planeta, porém, sejamos conscientes, o número não é tão alto assim.

Sempre me pego observando a vida, as pessoas, sistemas econômicos, políticos, religiosos, estruturais, enfim, observo a vida como um todo. Após muito tempo fazendo tal exercício, entendi que a vida não passa de um jogo. Isso mesmo, um jogo, onde alguns ganham, outros perdem, todos ganham em algum momento e perdem em outro, e ainda, acabei por tirar uma conclusão desagradável: o ser humano não é tão superior como se acha.

Muito comum ao assistirmos alguns programas de televisão, observarmos o tamanho do sensacionalismo realizado em diversos assuntos que permeiam a existência humana, dentre os campeões temos a violência, corrupção e outros tipos de doenças humanas, como casos de assédio, preconceito, etc. Ao observar sem nenhum tipo de senso crítico, parece que o intuito dos programas é ajudar, mas na verdade existe muito por trás dessa ajuda. No caso da televisão, temos como principal a audiência, que tem como intuito a obtenção de lucros. Aqui já iniciamos um jogo, onde ninguém é vítima. De um lado, a tv que tem como opção reportar às pessoas diversas situações boas que acontecem pelo país e mundo, como pessoas que se destacaram por fazer algo bom, novas descobertas científicas sobre saúde, gestores públicos que são exemplo, fatos ocorridos que mudaram a vida de muitos, porém, ela não o faz. Certa vez, em conversa com um diretor da filial de uma grande tv, o questionei sobre isso, e ele me respondeu rapidamente que, “isso não dá Ibope”. Aí temos o outro lado do jogo.

Se no caso anterior observamos que fatos bons não despertam o interesse da população, isso quer dizer que as pessoas querem assistir coisas ruins. As pessoas gostam de dedicar seu tempo assistindo algo que deprecia a raça humana como um todo, e milhões de pessoas se prendem ali para julgar. Aí pergunto: As pessoas têm condições éticas e morais para julgar os outros mesmo? As pessoas gostam de ver coisas ruins para se colocarem ou terem uma sensação de “estarem por cima”? Ou de se sentir menos piores do que realmente são? Ao questionar de forma tão ríspida as ações humanas, parece que não gosto das pessoas, mas não é isso. O que tira qualquer um do sério é o nível de hipocrisia que domina as pessoas. Se coloquei na minha cabeça que o político tal é bom e ele não ganhou a eleição, vamos destruir o que venceu, independente do que ele esteja fazendo. Onde está a democracia? Não deveria ter fiscalização e apoio ao desenvolvimento? Se um país está em situação desfavorável e o funcionário público que ganha mais que 98% dos empresários, não consegue abrir mão de um aumento, onde está o problema? A maioria da população vive com um salário mínimo, a renda (quando existe) da maioria dos empresários que pagam uma fortuna de impostos, está na média de 5 salários mínimos, enfim, o que justifica um servidor público (no Brasil, milhões de servidores) ganharem cerca de 30 salários mínimos e ainda fazer greve?

Os exemplos da última descrição de fato, são bem voltados ao Brasil e países pares, porém, se aplica ao mundo todo. Pois, o jogo não acaba. Em países que tem qualidade de vida e uma gestão quase impecável, os crimes são punidos severamente, então, se assim ocorre, é porque existe crime, se existe crime, o mesmo é cometido por pessoas, então, onde o ser humano é tão maravilhoso e vítima como prega? Se alguns denunciam a indústria das multas de trânsito, também sabemos que não existiria tais dispositivos se as pessoas não ultrapassassem a velocidade. Países gastam uma fortuna inimaginável em órgãos de controle como polícias, agências fiscalizadoras e afins. Se o ser humano fosse honesto, haveria tanta necessidade de controle?

Complexo falar da nossa raça desse jeito, mas precisamos repensar a prática todo dia e criar filhos melhores, e nos tronarmos pessoas melhores. Não podemos jogar o jogo da maioria, precisamos buscar pela excelência e sairmos da média. Se todos fizessem essa busca, o nível subiria e aí sim, a evolução humana seria algo real. O ser humano é algo maravilhoso, uma divindade, um ser muito evoluído, porém, não é tão assim, pois nesse jogo, uma boa parcela é muito ruim. Abaixo alguns dados da Global Financial Integrity (GFI) sobre as cinco atividades criminosas que mais rendem dinheiro no mundo, e assim ficou:
1º Narcotráfico: US$ 320 bilhões
2º Falsificação: US$ 250 bilhões
3º Tráfico humano: US$ 31,6 bilhões
4º Tráfico ilegal de petróleo: US$ 10,8 bilhões
5º Tráfico de vida selvagem: US$ 10 bilhões

Me envergonha demais ter que comentar sobre isso, mas aí está uma das realidades do nosso mundo. Em reais, temos essas 5 atividades movimentando quase 2.5 trilhões, isso mesmo. É dinheiro que possibilitaria o mundo ser muito melhor. Aí o povo julgador olha e aponta seus “belos” dedos e diz: tem que colocar esses bandidos na cadeia até apodrecerem”. Sinceramente, isso é uma das melhores piadas que ouço sempre. Se existe tanto tráfico de drogas é porque existem milhões de pessoas que consomem tais drogas, e essas pessoas estão em todos os lugares. Se existe tanto dinheiro na falsificação, é porque milhões de pessoas compram diplomas, documentos, dentre outros. O terceiro tópico é um “sanatório”, mas sim, o ser humano ainda vende outro ser humano para finalidades sexuais, escravidão, utilização de seus órgãos, etc. E os demais, é dinheiro pelo dinheiro, pessoas compram animais selvagens para ter o prazer em aprecia-los e o petróleo, que é uma fonte de energia das mais valiosas do mundo. Daí pergunto: quantos milhões de pessoas (seres humanos) são necessários para fazer essa roda girar?

Enfim, existem pessoas boas, trabalhando, educando seus filhos da melhor forma, pesquisando, buscando formas de construirmos um mundo melhor, executando com perfeição seu trabalho, dentre outras ações. E ainda, buscando a felicidade, a felicidade para viver nesse planeta. Não foi o intuito trazer as maravilhas da vida nesse artigo, e nem foi possível dissertar sobre tudo de ruim que o ser humano é capaz de fazer. Espero que o artigo tenha trazido uma reflexão sobre o jogo da vida e principalmente, deixado bem claro a necessidade de ganharmos esse jogo contra tudo de ruim que nos rodeia. O ser humano é sim poderoso, mas precisa tomar a atitude de viver sobre a regra inegociável que é, NUNCA PREJUDICAR OUTRO SER HUMANO.

Sylvio da Silva Araujo Junior

Empresário, Coach, Mentor de Negócios

Diretor do Grupo SSX Gestão e Negócios

Sites: www.ssxgestao.com

www.sylvioaraujo.com

insta: @sylvio_araujo

@mentemestra.oficial

Prancheta 1

A VOZ DO POVO NUNCA FOI A VOZ DE DEUS

Sem querer causar polêmica, o presente artigo de opinião tem como objetivo gerar no leitor a capacidade de análise sobre o que se diz e o que se acredita na sociedade em que vivemos. Pensar fora da caixa é essencial para ser livre. Sempre digo, quando a situação estiver muito complexa de se entender, não apavore, imagine-se voando, chegue no ponto mais alto e olhe para o ambiente, olhe como se você estivesse lá e veja, por um outro prisma, o que está acontecendo e como pode ser resolvido.

A voz do povo nunca foi a voz de Deus, remete a um ditado popular que diz exatamente o contrário. Ele afirma que a voz do povo, ou seja, o que a maioria diz, seria a representação do próprio Todo Poderoso. Porém, se observarmos, a questão não faz muito sentido. Falaremos primeiramente de Deus e, em seguida, do povo.

Independente das crenças religiosas, o termo Deus é utilizado para se referir a um ser eterno, poderoso, sobrenatural, criador e responsável por tudo que existe, sendo toda a maravilha que podemos ver e entender, até aquelas que não compreendemos. O Deus que uma grande parte dos seres humanos imaginam e adoram, é um ser dotado de bondade, aquele que criou o universo e nos traz aqui para evoluirmos através do amor. É um ser que nos protege e nos ensina, e lógico, é o ser que nos concedeu o livre arbítrio.

Já o povo é composto pelas pessoas, das mais diversas crenças, atitudes, vontades, dentre outras. O grande mestre Napoleon Hill há mais de 100 anos já dizia que apenas 3% das pessoas eram livres, pois as mesmas pensavam com exatidão, não seguindo o que a maioria era acostumada a fazer. Não é o intuito causar nenhum tipo de discriminação nesse conteúdo, porém, além deste, vários pensadores remetem ao fato de um pequeno percentual da população mundial ter liberdade financeira, justamente pela falta de exatidão do pensamento. A alienação é considerada uma das maiores responsáveis pela “prisão mental” a que as pessoas se submetem. A cultura da repetição, onde se cresce não podendo isso, não acreditando naquilo, não podendo pensar nisso, enfim, são tantas proibições alienantes, que acabam moldando de forma pouco eficiente a mente humana.

Ao discutir tais fatos, não é necessário observarmos a história para tirar explicações, basta olhar para o lado, e ver seu amigo extremamente religioso, não focando em sua crença e sim agredindo a crença de outros. Pessoas se matando por times de futebol. Países se destruindo por diferenças religiosas. Mais pessoas gastando uma grande parte de sua valiosa vida julgando opções sexuais, raças, credos, comportamentos, enfim, é uma infinidade de horas, dias, meses e anos utilizando o tempo para julgar, julgar, julgar e julgar.

Quem nunca ouviu falar no efeito manada? Sabemos que para onde a maioria vai, não é o melhor caminho. Na recente crise político financeira do Brasil, onde pouquíssimas pessoas investem em ações de empresas, ainda assim, com todo conhecimento em mãos, o medo fez muita gente vender suas ações em baixa. Motivo?“Tá todo mundo vendendo”. O que aconteceu? Atualmente elas valem três vezes mais que os valores de baixa. Mas, mesmo sabendo dessa possibilidade, um enorme grupo de pessoas preferiu não avaliar tal fato, acabaram por dilapidar seu patrimônio, seguindo o que a maioria fazia. Muitas vezes, o medo, que é outro fator alienante, se expande pela sociedade, e o medo coletivo passa a ser tão poderoso, que acaba com qualquer razão humana.

Enfim, de forma simplista, pode-se observar que a voz do povo nunca foi a voz de Deus. A maioria das pessoas não pensam, só tem pensamentos, os quais são a repetição do que estão vendo, e isso, causa o baixo desenvolvimento humano que temos. Poucos são aqueles que são livres de pensamento, que conseguem acreditar em algo e colocar em prática. E, não pensemos muito, saindo da religião, temos grandes nomes que fizeram isso e mudaram uma raça por completo, como, Thomas Edison, Isaac Newton, Albert Einstein, Leonardo da Vinci, enfim, eles não eram gênios, eles eram livres e estavam praticamente sós. Lógico que podemos citar outros que mudaram a história, e esses, tinham a “voz do povo” com eles, como Adolph Hitler e Napoleão Bonaparte. Vale acentuar a pesquisa sobre os nomes citados para melhor entendimento da ideia central da questão. Mas, importante entender que é necessário que pensemos e sejamos livres de julgamentos em nosso dia a dia. O respeito às pessoas é algo que mudará a pessoa mais importante da sua vida, VOCÊ.

Obs: Artigo de opinião escrito com o intuito de gerar conhecimento, não apegado a aprofundamentos históricos e, tão pouco, a qualquer tipo de preconceito.

Sylvio da Silva Araujo Junior

Empresário, Coach, Mentor de Negócios

Diretor do Grupo SSX Gestão e Negócios

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ZONADECONFORTO

A ZONA DE CONFORTO NÃO EXISTE

Desde muito novo, quando comecei a estudar sobre pessoas, um problema gigante era relatado por vários profissionais que eu acompanhava. De certa forma, o problema global de quem não consegue se desenvolver é uma tal de “Zona de Conforto”. De forma geral, o conceito encontrado em diversas pesquisas desse tema, muito debatido na psicologia, que hoje se estendeu aos coachs, mentores, dentre outros profissionais do desenvolvimento humano é o que segue:

“ Zona de conforto é uma série de ações, pensamentos e comportamentos que uma pessoa está acostumada a ter e que não a causam nenhum tipo de medo, ansiedade ou risco. É uma região onde nenhum indivíduo se sente ameaçado.”

Em pesquisas pela internet é muito comum encontrarmos; “as fórmulas para sairmos da zona de conforto”, “as 5 dicas para sair da zona de conforto”, “10 atitudes que provam que você está na zona de conforto”, e por aí vai. Muito conteúdo sobre o assunto é consumido diariamente, profissionais criam programas, e tudo mais, porém, será que existe a tal “Zona de Conforto?”

Apesar de ser um artigo de opinião, tudo que será dito tem relação com a minha experiência nesses mais de 12 anos observando, gerenciando, ouvindo e aconselhando pessoas dos mais diversos tipos, classes, crenças, etc. Existe uma questão, a qual me fez dividir as pessoas em categorias, que são:

  • As que querem se desenvolver;
  • As que não querem se desenvolver, pois sabem o “preço”;
  • As que vivem sem sequer pensar em desenvolvimento, devido ao nível de alienação.

 

Quando falamos do grupo nº3, não vamos mencioná-los juntamente com o tema “Zona de Conforto”, pois tal grupo ou está alienado em suas crenças religiosas, ou na certeza de que não conseguem algo, ou ainda nas crenças sobre a vida que são passadas de geração para geração e que são difíceis de serem quebradas. Então o grupo 3 não pode evoluir? Claro que sim, porém é através de um processo educacional mais longo e complexo, até chegar no ponto objeto desse artigo. Em outro momento, será possível discorrer sobre a alienação e o quanto a mesma é responsável por quase tudo que não é bom no planeta.

Os grupos 1 e 2, esses grupos sim, poderão dizer que não existe Zona de Conforto. Então quer dizer que esses grupos não possuem os atos constantes no significado desse termo, como pensamentos e comportamentos que não causam nenhum tipo de medo ou ansiedade? Posso dizer que não. Os dois grupos possuem pensamentos e comportamentos que causam ansiedade, causam medo, causam até pavor, e isso é chamado de zona de conforto, acreditam? Isso mesmo, o que os profissionais chamam de zona de conforto, eu chamo de ZONA DE DESCONFORTO, nos dois grupos é isso que existe, pensamentos, atos, comportamentos, decisões que causam bastante medo e/ou ansiedade, porém, eles estão ali, estagnados e sofrendo.

Segundo um estudo da OCDE, uma em cada duas pessoas sofrerão algum transtorno mental durante a vida, veja bem, na zona de conforto não há porque se sentir mal consigo mesmo, não há porque se estressar, enfim, não há motivos para problemas e tentativas frustradas de mudar a vida. Se essa multidão realmente estivesse em um ambiente sem estresse e/ou medo, o mundo seria muito mais leve.

Para exemplificar, analisaremos os grupos 1 e 2 separadamente:

No grupo 2 temos aquelas pessoas, extremamente representativas, em números, na população atual, que sabem o que precisam fazer para chegar lá, sabem onde querem chegar, mas estão focados no momento e em não “pagar o preço”. Suponhamos um caso clássico, onde o indivíduo X trabalha em uma empresa e recebe de salário muito menos do que ele gostaria de ganhar. Ele sabe que se estudar, buscar uma daquelas bolsas que estão disponíveis no mercado e fazer sua faculdade, por exemplo, em cerca de 4 anos ele terá mudado sua vida. Porém, ele começa a racionalizar isso, e decide que não quer pagar o preço de passar as noites estudando, que não quer abrir mão de sair, porque a faculdade terá um custo maior para ele e não sobrará dinheiro, enfim, ele sabe o que é, sabe o preço, e não faz. Esse indivíduo em tese, está na zona de conforto, mas na prática está sofrendo, porque ele sabe, ele se cobra e ele desiste, em muitos casos é um ciclo que dura todos os dias durante anos. É a Zona de Desconforto. Tem aqueles que precisam abrir mão de muitas diversões ou afins para estudar para passar no concurso. Outros que precisam abrir mão de um pouco de trabalho para ver os filhos crescerem, se cobram todos os dias e de repente, os filhos cresceram e ele não sabe nada da vida desse filho. Enfim, se contasse todos os casos que pude perceber, escreveria um livro facilmente. É muito claro, não existe conforto algum nessas histórias.

No grupo 1, existem as pessoas que querem se desenvolver de verdade. Nesse grupo que encontramos aquelas pessoas que brilham, que se sobressaem em seus negócios, famílias, empregos, enfim, daqui saem as pessoas que os outros seguem. Ah, todos do grupo 1 são um talento e livres da zona de desconforto? Não, de forma alguma. Segundo alguns dados observados nos últimos anos, temos cerca de 85% “morando” na zona de desconforto, e 15% livres, saboreando a liberdade plena. Mas, de onde saíram tais dados? Tal grupo é aquele que busca eventos de autodesenvolvimento, cursos de coaching, processos de coaching, eventos de autodesenvolvimento, de inteligência emocional, enfim, esse grupo consegue dar o primeiro passo, ou vários primeiros passos em busca do desenvolvimento, por isso, buscam ajuda para aprender a fazer. Muitos, mesmo sem cursos, entendem que precisam fazer, realizar e vão, sem medo. Observando isso, e acompanhando alguns gurus do desenvolvimento de pessoas, ou que vendem cursos para as pessoas mudarem de vida, ou para se desenvolverem, e outros afins, percebi o seguinte: Dos milhares de cursos vendidos em um lançamento, cerca de 15% das pessoas fazem tais cursos, os demais sequer abrem, só pagam. Nos treinamentos pessoais, de 30 horas, 50 horas, 100 horas, somente 15% das pessoas fazem o que deve ser feito, as demais, não fazem nada, se motivam, voltam eufóricas e, 3 dias depois, vida que segue, Zona de Desconforto tomando conta da vida. Nas salas de aulas, tanto dos cursos que fiz, ou como professor, somente 15% se importa de fato com o conteúdo, os demais, estão em busca do diploma. São dados um tanto quanto polêmicos, existe a possibilidade de algumas pessoas criticarem o meu ponto de vista, mas então, quantas pessoas livres e com sucesso vocês conhecem?

Enfim, espero ter conseguido demonstrar o ponto de vista, e que esse artigo crie uma discussão que possa trazer engrandecimento para a área do desenvolvimento humano, onde possamos alterar a forma tradicional de desenharmos as teorias. Busco por um processo que julga menos e compreende mais, dessa forma, conseguiremos atingir um número superior de pessoas, que por sua vez, poderão contribuir com a mudança que o mundo quer e precisa. Só não conseguiu fazer ainda, por que está na Zona de Desconforto.

 

 

Sylvio da Silva Araujo Junior

Empresário, Coach, Mentor de Negócios

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Obs: A ideia do artigo é que tenha total compreensão de todos que o leiam, dessa forma, optei por uma linguagem mais simples possível.

certeza

O MAU USO DA CERTEZA

Comumente encontramos pessoas que, em um ato de autoridade, dizem certas coisas sobre alguns assuntos ou histórias. É muito corriqueiro aquele amigo na roda de conversa, no intuito de afirmar a fofoca da vez, dar o grito _ Eu tenho certeza! _ Será que existe tal certeza mesmo, e se existe, o que levou o indivíduo a tal convicção?

 

De acordo com as definições mais apuradas dos dicionários, certeza está associada ao que é considerado correto ou ainda, a um conhecimento íntimo ou convicção sobre algo. São diversas histórias interessantes sobre o uso da certeza das pessoas sobre assuntos da vida alheia. Narrarei um caso recente que me impactou muito. Uma família composta por uma mãe e avó, um filho casado e uma filha também mãe.

O filho da pequena família, trabalhando cerca de 16 horas por dia construiu um grande patrimônio, do qual sua irmã, uma pessoa que nunca se propôs a nenhum tipo de trabalho se beneficiou, pois, era sócia de uma das empresas.

Como a filha nunca se propôs a trabalhar, sua vida estava pautada em conversar com fãs do seu irmão, as quais por também não terem ocupação ficavam dia após dia criando assuntos sobre a vida do mesmo, que de fato era muito mais interessante. “Ficou sabendo eu ele comprou tal carro?”, “A amiga de uma amiga minha disse que ele tá cheio de dinheiro”, “Ficou sabendo eu ele ganhou um prêmio nacional?”, e assim, por meses os assuntos se alastravam, até que ficaram desinteressantes.

Desta feita, as amigas retomaram com assuntos “mais interessantes”. “Menina, fiquei sabendo que ele está ficando melhor que você financeiramente”, “Sabia que ele fez uma viagem caríssima, e dizem que foi com seu dinheiro também”, dia após dia começaram a plantar a ideia na cabeça da desocupada irmã. Nos bastidores, a irmã conseguiu aumentar seu pequeno patrimônio herdado por 3 vezes em apenas 3 anos, só com o esforço do irmão, porém, as CERTEZAS das “amigas” a dominaram tanto que ela foi tirar satisfação.

O irmão que jamais se apegou ao patrimônio e sim às realizações, logo propôs a divisão dos bens e separação. O medo de ter que trabalhar deixou a irmã alucinada e a fez aumentar a intensidade das “certezas” e começar a fazer a cabeça da mãe, que jamais pensaria uma coisa dessas do filho.

No entanto, de tanto afirmar as “certezas”, a mãe começou a se estranhar com seu único filho, causando um infeliz distanciamento entre eles, isso após décadas de um relacionamento excelente. No final dessa história, o filho que estava com os holofotes sobre sua vida, ficou sem irmã e sem mãe, permanecendo com sua família e dignidades intactos.

A mãe acabou por se colocar em uma situação de tristeza, e a irmã desocupada, ficou cheia de suas “certezas” que nunca serão comprovadas, porém, as “amigas” causadoras de todo esse mal, não são mais amigas dela, pois o foco dos papos não pode mais ser o assunto principal.

Histórias como essas acontecem todos os dias em diversas famílias. Aquele irmão que cuida da mãe idosa, geralmente é atacado pelos filhos que a abandonaram devido a “certezas” de que ele está se aproveitando dos recursos da mãe. O irmão mais bem-sucedido é atacado pela “certeza” de ter sido favorecido nos estudos. Aquele amigo que deixa de andar com o grupo para estudar, passa a ser vítima de teorias destrutivas ou julgamentos, pois agora está querendo ficar “riquinho”.

Sabemos que cada um oferece o que pode oferecer, cada um tem um nível de consciência diferentes, mas não há nada mais destrutivo na sociedade em que vivemos do que a “certeza”, inclusive da “certeza absoluta” de coisas que sequer são verdadeiras. Os danos que isso tem gerado em milhares de relacionamentos familiares, amorosos, sociais, não tem preço.

É algo que termina em mágoa, chateação, rancor, e em alguns casos, até em morte. E os “profissionais da certeza” simplesmente mudam o foco e continuam na sua busca incessante para ter atenção fazendo um brilhante “MAU USO DA CERTEZA”. Não seja essa pessoa, sempre coloque em dúvida informações não comprovadas, você pode estar destruindo uma ou várias vidas.

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O QUE É UM MENTOR DE NEGÓCIOS

Em tempos onde as pessoas estão cada vez mais buscando o autodesenvolvimento, vários modelos de apoio ressurgiram com força total. Um desses processos é a contratação de um mentor para o negócio, porém, muitos não sabem qual o papel desde profissional e quais qualificações o mesmo deve possuir.

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COMO CONCEBER UM NEGÓCIO DE SUCESSO

Quem não conhece alguém que tenha empreendido e após algum tempo fechado a empresa por motivo de estresse, falta de dinheiro, ou até mesmo, as duas coisas?

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O PODER DA MENTE PARA O SUCESSO NOS NEGÓCIOS

Quem não passou por um dia em que se levanta, bate o dedão no pé da cama e, a partir daí tudo que acontece é atribuído ao dia que começou “ruim”, e passa o tempo todo esperando qual o próximo “azar”?

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