A VOZ DO POVO NUNCA FOI A VOZ DE DEUS

Sem querer causar polêmica, o presente artigo de opinião tem como objetivo gerar no leitor a capacidade de análise sobre o que se diz e o que se acredita na sociedade em que vivemos. Pensar fora da caixa é essencial para ser livre. Sempre digo, quando a situação estiver muito complexa de se entender, não apavore, imagine-se voando, chegue no ponto mais alto e olhe para o ambiente, olhe como se você estivesse lá e veja, por um outro prisma, o que está acontecendo e como pode ser resolvido.

A voz do povo nunca foi a voz de Deus, remete a um ditado popular que diz exatamente o contrário. Ele afirma que a voz do povo, ou seja, o que a maioria diz, seria a representação do próprio Todo Poderoso. Porém, se observarmos, a questão não faz muito sentido. Falaremos primeiramente de Deus e, em seguida, do povo.

Independente das crenças religiosas, o termo Deus é utilizado para se referir a um ser eterno, poderoso, sobrenatural, criador e responsável por tudo que existe, sendo toda a maravilha que podemos ver e entender, até aquelas que não compreendemos. O Deus que uma grande parte dos seres humanos imaginam e adoram, é um ser dotado de bondade, aquele que criou o universo e nos traz aqui para evoluirmos através do amor. É um ser que nos protege e nos ensina, e lógico, é o ser que nos concedeu o livre arbítrio.

Já o povo é composto pelas pessoas, das mais diversas crenças, atitudes, vontades, dentre outras. O grande mestre Napoleon Hill há mais de 100 anos já dizia que apenas 3% das pessoas eram livres, pois as mesmas pensavam com exatidão, não seguindo o que a maioria era acostumada a fazer. Não é o intuito causar nenhum tipo de discriminação nesse conteúdo, porém, além deste, vários pensadores remetem ao fato de um pequeno percentual da população mundial ter liberdade financeira, justamente pela falta de exatidão do pensamento. A alienação é considerada uma das maiores responsáveis pela “prisão mental” a que as pessoas se submetem. A cultura da repetição, onde se cresce não podendo isso, não acreditando naquilo, não podendo pensar nisso, enfim, são tantas proibições alienantes, que acabam moldando de forma pouco eficiente a mente humana.

Ao discutir tais fatos, não é necessário observarmos a história para tirar explicações, basta olhar para o lado, e ver seu amigo extremamente religioso, não focando em sua crença e sim agredindo a crença de outros. Pessoas se matando por times de futebol. Países se destruindo por diferenças religiosas. Mais pessoas gastando uma grande parte de sua valiosa vida julgando opções sexuais, raças, credos, comportamentos, enfim, é uma infinidade de horas, dias, meses e anos utilizando o tempo para julgar, julgar, julgar e julgar.

Quem nunca ouviu falar no efeito manada? Sabemos que para onde a maioria vai, não é o melhor caminho. Na recente crise político financeira do Brasil, onde pouquíssimas pessoas investem em ações de empresas, ainda assim, com todo conhecimento em mãos, o medo fez muita gente vender suas ações em baixa. Motivo?“Tá todo mundo vendendo”. O que aconteceu? Atualmente elas valem três vezes mais que os valores de baixa. Mas, mesmo sabendo dessa possibilidade, um enorme grupo de pessoas preferiu não avaliar tal fato, acabaram por dilapidar seu patrimônio, seguindo o que a maioria fazia. Muitas vezes, o medo, que é outro fator alienante, se expande pela sociedade, e o medo coletivo passa a ser tão poderoso, que acaba com qualquer razão humana.

Enfim, de forma simplista, pode-se observar que a voz do povo nunca foi a voz de Deus. A maioria das pessoas não pensam, só tem pensamentos, os quais são a repetição do que estão vendo, e isso, causa o baixo desenvolvimento humano que temos. Poucos são aqueles que são livres de pensamento, que conseguem acreditar em algo e colocar em prática. E, não pensemos muito, saindo da religião, temos grandes nomes que fizeram isso e mudaram uma raça por completo, como, Thomas Edison, Isaac Newton, Albert Einstein, Leonardo da Vinci, enfim, eles não eram gênios, eles eram livres e estavam praticamente sós. Lógico que podemos citar outros que mudaram a história, e esses, tinham a “voz do povo” com eles, como Adolph Hitler e Napoleão Bonaparte. Vale acentuar a pesquisa sobre os nomes citados para melhor entendimento da ideia central da questão. Mas, importante entender que é necessário que pensemos e sejamos livres de julgamentos em nosso dia a dia. O respeito às pessoas é algo que mudará a pessoa mais importante da sua vida, VOCÊ.

Obs: Artigo de opinião escrito com o intuito de gerar conhecimento, não apegado a aprofundamentos históricos e, tão pouco, a qualquer tipo de preconceito.

Sylvio da Silva Araujo Junior

Empresário, Coach, Mentor de Negócios

Diretor do Grupo SSX Gestão e Negócios

Sites: www.ssxgestao.com

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insta: @sylvio_araujo

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